- Ler e reflectir o "Aprofundamento do tema" de cada catequese que consta no Guia dos pais.
- Ler e reflectir os textos "Em família" de cada catequese que consta no catecismo da criança.
- Explicar às crianças que os pais também "vão à catequese" ou seja que têm um objectivo comum: conhecer (melhor) o amigo que é Jesus.
- Sugere-se que se prepare em casa um espaço propicio à oração e onde a Biblia fique em destaque.
terça-feira, 29 de outubro de 2013
Pistas para os pais (gerais)
Pretende-se deixar alguns conselhos/pistas para os pais aplicarem ao longo do ano:
1ª etapa - A minha família é acolhida e acolhe
Objectivo
Descobrir que é Jesus quem chama a família para a catequese
e a acolhe, servindo-se da comunidade cristã, a grande família (sacerdote,
catequistas, leitores etc).
Catecismo da criança
«Jesus gosta de mim» pp 6 a 21
Em casa - Guia dos pais
1ª semana - pp 7 a 9
3ª semana - pp 11 a 14
Leiturassegunda-feira, 28 de outubro de 2013
Familiaris Consortio
Familiaris Consortio é uma Exortação Apostólica, do Papa João Paulo II, de 22 de novembro de 1981, "sobre a função da família cristã no mundo de hoje".
A exortação na sua abertura "Dirige-se particularmente aos jovens, que estão para encetar o seu caminho para o matrimónio e para a família, abrindo-lhes novos horizontes, ajudando-os a descobrir a beleza e a grandeza da vocação ao amor e ao serviço da vida."
O documento considera a família um dos bens mais preciosos da Humanidade.
Entende que numerosas forças, neste momento histórico, pretendem destruir ou deformar a família, e que o bem da sociedade está intimamente ligado à família, vê-se, portanto, na obrigação de proclamar com mais veemência os valores cristãos contidos no Evangelho a este respeito de modo a propiciar uma renovação da sociedade.
Entende que numerosas forças, neste momento histórico, pretendem destruir ou deformar a família, e que o bem da sociedade está intimamente ligado à família, vê-se, portanto, na obrigação de proclamar com mais veemência os valores cristãos contidos no Evangelho a este respeito de modo a propiciar uma renovação da sociedade.
Texto completo em Familiaris Consortio
Fundamentação Teológica da catequese familiar
A Igreja e a família são uma para a outra lugares propícios para a participação no mesmo mistério, o da revelação de Deus na história, porque a Igreja realiza a sua missão na edificação das famílias e, reciprocamente, as famílias constroem a Igreja de Deus. De facto, a Igreja e a família têm uma missão comum e «o futuro da humanidade passa pela família» (FC 86) porque o «ser da família» lança uma luz sobre o mundo.
«A edificação de cada família cristã coloca-se no contexto da grande família da Igreja, que a sustenta e a transporta e garante que tenha sentido e que existirá um futuro para ela, o “sim” do Criador. E, reciprocamente, a Igreja é edificada pelas famílias, “pequenas Igrejas domésticas”, como lhes chamou o Vaticano II, redescobrindo uma antiga expressão patrística.
No mesmo sentido, a Familiaris Consortio afirma que “o matrimónio cristão… é o lugar natural no qual se realiza a inserção da pessoa humana na grande família da Igreja” [FC 86]» (Bento XVI).
Foi uma autêntica intuição do Concílio Vaticano II ter retomado o termo ecclesiola («uma Igreja em miniatura», Igreja doméstica) de S. João Crisóstomo para manifestar que a vida conjugal, o papel dos pais e dos filhos nas suas relações interpessoais são determinadas por uma vida de «comunhão» e uma «comunidade» a construir (cf. GS 48).
A família é uma realidade eclesial, sinal da união de Cristo com a sua Igreja, onde o mistério da Igreja está presente de certo modo (cf. LG 11e FC 49) e a sua própria missão é ser comunidade que salva (cf. FC 49), ao serviço da edificação do Povo de Deus (cf. CIC 1534):
«Nos nossos dias, num mundo muitas vezes alheio e até hostil à fé, as famílias crentes são de primordial importância, como focos de fé viva e irradiante. É por isso que o II Concílio do Vaticano chama à família, segundo uma antiga expressão, “Ecclesia domestica – Igreja doméstica” (LG 11). É no seio da família que os pais são, “pela palavra e pelo exemplo (…), os primeiros arautos da fé para os seus filhos, ao serviço da vocação própria de cada um e muito especialmente da vocação consagrada” (LG 11)» (Catecismo da Igreja Católica, n. 1656)
Portanto, a família (ecclesiola) é uma realidade eclesial, lugar por excelência de santificação mútua, tal como afirma o Papa João Paulo II na Familiaris consortio, referindo a Sacrosanctum Concilium:
«O dever de santificação da família tem a sua raiz no baptismo e a sua expressão máxima na Eucaristia, à qual está intimamente ligado o matrimónio cristão» (FC 57).
A família é também uma realidade intergeracional. Os esposos, no seu papel de pais, devem representar o amor divino que respeita e promove a diferença e a alteridade de cada criança e adolescente. Os pais são os que deram a vida no nome do Senhor e que representam, aos olhos dos seus filhos, o Deus bom (cf. Lc 18, 19). A comunhão entre gerações é fortificada por um contexto parental onde os próprios pais percebem a exigência de amar, de dar sentido e de honrar os seus próprios filhos como filhos de Deus (cf. Jo 1, 12; João Paulo II, Carta às famílias, n. 22).
A família deve ser sinal e sacramento da presença do Deus Trindade. Na Igreja doméstica, manifesta-se uma presença particular do mistério divino (cf. João Paulo II, Carta às famílias, nº 22). Toda a comunhão na verdade e no amor vem de Deus e constrói-se com Ele, por Ele e n’Ele. O mistério trinitário determina as relações interpessoais dos esposos e dos membros da família. Ela está no coração de Deus quando Deus está no seu coração (cf. 1 Cor 3, 16-17).
Deus não está distante da família cristã, antes pelo contrário: à imagem da Trindade que é Unidade em três pessoas, a família é chamada a viver uma unidade profunda dentro de uma pluralidade. As pessoas fortificam a sua singularidade dentro de uma comunhão forte que está na origem da sua fecundidade.
Se a família exprime a natureza da Igreja, ela tem um papel capital onde se encontra, quer seja no bairro, na cidade, vila, paróquia, diocese ou nas culturas onde está inserida. A família é uma manifestação local, corporal, da comunhão eclesial.
O Vaticano II diz que a família é «o santuário da Igreja em casa» (AA 11). O amor da Igreja pela humanidade, na missão de Cristo, transparece nesta comunhão de pessoas. De facto, não há nenhuma história familiar banal, porque cada história de amor, que está na sua base, reenvia à última fonte, a Providência que dá sentido a todas as vidas e conhece todos pelo nome.
As crianças são como filhos de Deus confiados aos pais, e os pais são como que aqueles que conduzem ao Criador e salvador. Assim, a família, na sua expressão concreta, representa a encarnação de todo o amor cristão, porque fundada sobre a graça baptismal pertence ao mistério da Igreja. A partir desta graça, exerce a sua missão em diversas direcções, tal como refere a Familiaris consortio:
- transmissão e serviço da vida;
- testemunho e educação da fé;
- serviço da oração e dos sacramentos;
- construção de uma civilização da vida e do amor numa relação com o mundo, feita de testemunho, de respeito e de anúncio explícito da origem de todo o amor.
Interessa-nos sobretudo o testemunho e a educação da fé na família, isto é, a catequese familiar, porque temos consciência de que é um nó fundamental para que a família possa construir a Igreja, e a Igreja possa fortificar a família, pois, apesar de duas realidades, vivem dum mesmo coração:
«A família é o objecto fundamental da evangelização e da catequese da Igreja, mas é também o seu indispensável e insubstituível sujeito: o sujeito criativo.
Neste sentido, para ser este sujeito, não só para perseverar na Igreja e atingir as suas fontes, mas também para constituir a Igreja na sua dimensão fundamental, como uma “igreja em miniatura” (Igreja doméstica), a família deve, particularmente, estar consciente da missão da Igreja e da própria participação nesta missão» (João Paulo II).
Os bispos portugueses, no documento sobre a família, reforçam a doutrina do Papa João Paulo II, ao considerarem a família como «espaço privilegiado de encontro com o amor, o primeiro lugar onde os filhos aprendem e interiorizam os valores perenes» e falam do magistério da vida que se explicita na experiência quotidiana e se serve de palavras, evidentemente, mas sobretudo de exemplos.
In EDUCRIS
In EDUCRIS
domingo, 27 de outubro de 2013
Estrutura da catequese familiar (CF)
A Catequese Familiar é nos apresentada como sendo um itinerário por etapas sendo cada etapa articulada em quatro semanas:
1ª Semana – Em Casa
Diálogo em família
No encontro de pais, oferece-se-lhes algumas propostas simples, assim como materiais, seguindo o Guia dos Pais, preparando-os para a sua missão de testemunhar a fé aos filhos, com momentos próprios de diálogo, de oração e de confronto com a vida.
O diálogo em família, entre pais e filhos, é o momento central de toda a Catequese Familiar. Aliás, esta está estruturada de forma a potencializar e tornar o diálogo familiar verdadeiramente fecundo.
2ª Semana – Na paróquia
Encontro de pais
Tem como objectivo a descoberta de/ou aprofundamento da fé dos adultos, que acontece num grupo de pais orientado por um animador ou casal animador, seguindo as sugestões do Guia do Animador Familiar.
Neste encontro são, ainda, fornecidas aos pais pistas para o diálogo com os filhos em casa.
Catequese das crianças
Começa com o acolhimento das crianças, convidando-as a partilhar o que conversaram e viveram em família, (Experiência Humana) seguindo-se o desenrolar da sessão de catequese que aprofunda a temática que os pais, a seu modo, abordaram em casa (Palavra e Celebração da Fé).
Neste encontro, podem estar presentes e intervir o pároco, pais voluntários, jovens, os avós ou outras pessoas que possam fazer equipa com o catequista para levar o seu contributo «carismático» específico (caritativo, musical, lúdico, etc.).
3ª Semana – Em Casa
Diálogo em família
Tem como objectivo o que foi referido para a 1ª Semana.
4ª Semana – O Domingo em família
Encontro de Pais / Catequese das crianças
Os pais encontram-se, guiados casal animador, para uma avaliação da experiência feita em família, para aprofundar as questões abertas e viverem a sua Catequese de Adultos.
Entretanto, as crianças têm a sua catequese e preparam uma oração, um gesto ou um sinal para partilharem na Eucaristia algo que exprima a caminhada feita e envolva a assembleia (muitas das vezes esta partilha na Eucaristia deverá ser feita pela família).
in EDUCRIS
1ª Semana – Em Casa
Diálogo em família
No encontro de pais, oferece-se-lhes algumas propostas simples, assim como materiais, seguindo o Guia dos Pais, preparando-os para a sua missão de testemunhar a fé aos filhos, com momentos próprios de diálogo, de oração e de confronto com a vida.
O diálogo em família, entre pais e filhos, é o momento central de toda a Catequese Familiar. Aliás, esta está estruturada de forma a potencializar e tornar o diálogo familiar verdadeiramente fecundo.
2ª Semana – Na paróquia
Encontro de pais
Tem como objectivo a descoberta de/ou aprofundamento da fé dos adultos, que acontece num grupo de pais orientado por um animador ou casal animador, seguindo as sugestões do Guia do Animador Familiar.
Neste encontro são, ainda, fornecidas aos pais pistas para o diálogo com os filhos em casa.
Catequese das crianças
Começa com o acolhimento das crianças, convidando-as a partilhar o que conversaram e viveram em família, (Experiência Humana) seguindo-se o desenrolar da sessão de catequese que aprofunda a temática que os pais, a seu modo, abordaram em casa (Palavra e Celebração da Fé).
Neste encontro, podem estar presentes e intervir o pároco, pais voluntários, jovens, os avós ou outras pessoas que possam fazer equipa com o catequista para levar o seu contributo «carismático» específico (caritativo, musical, lúdico, etc.).
3ª Semana – Em Casa
Diálogo em família
Tem como objectivo o que foi referido para a 1ª Semana.
4ª Semana – O Domingo em família
Encontro de Pais / Catequese das crianças
Os pais encontram-se, guiados casal animador, para uma avaliação da experiência feita em família, para aprofundar as questões abertas e viverem a sua Catequese de Adultos.
Entretanto, as crianças têm a sua catequese e preparam uma oração, um gesto ou um sinal para partilharem na Eucaristia algo que exprima a caminhada feita e envolva a assembleia (muitas das vezes esta partilha na Eucaristia deverá ser feita pela família).
in EDUCRIS
Festa do Acolhimento
Domingo, dia 27 de Outubro
Hoje foi um dia importante para os pais e as crianças que iniciaram este ano a catequese familiar: foi a festa do acolhimento.
A leitura de hoje é apropriada: Deus acolhe-nos a partir do somos e de como estamos
Hoje foi um dia importante para os pais e as crianças que iniciaram este ano a catequese familiar: foi a festa do acolhimento.
A leitura de hoje é apropriada: Deus acolhe-nos a partir do somos e de como estamos
Mostrar a Igreja
Dia 26 de Outubro
Depois do Encontro/formação dos pais. Os pais e os filhos juntaram-se para "conhecer" a Igreja, Igreja comunidade, Pedras Vivas, Presença de Jesus.
Depois do Encontro/formação dos pais. Os pais e os filhos juntaram-se para "conhecer" a Igreja, Igreja comunidade, Pedras Vivas, Presença de Jesus.
Oseias 11, 1-4; 1-8
1 "Quando Israel era menino,
eu o amei,
e do Egito chamei o meu filho.
2 Mas, quanto mais eu o chamava,
mais eles se afastavam de mim.
Eles ofereceram sacrifícios aos baalins
e queimaram incenso
para os ídolos esculpidos.
3 Mas fui eu quem ensinou
Efraim a andar,
tomando-o nos braços;
mas eles não perceberam
que fui eu quem os curou.
4 Eu os conduzi
com laços de bondade humana
e de amor;
fui para eles como os que levantavam
uma criança contra o seu rosto;
e me inclinei para alimentá-los.
(...)
7 O meu povo está decidido
a desviar-se de mim.
Embora sejam conclamados
a servir ao Altíssimo,
de modo algum o exaltam.
8 "Como poderia abandonar-te, Efraim?
Como poderia entregar-te, Israel?
Como poderia abandonar-te como a Admá?
Ou tratar-te como Seboim?
O meu coração está enternecido,
despertou-se toda a minha compaixão.
Ezequiel 36, 26-27
26 Dar-vos-ei um coração novo e introduzirei em vós um espírito novo; arrancarei do vosso peito o coração de pedra e, em troca, dar-vos-ei um coração de carne.
27 Dentro de vós porei o meu Espírito.
1 "Quando Israel era menino,
eu o amei,
e do Egito chamei o meu filho.
2 Mas, quanto mais eu o chamava,
mais eles se afastavam de mim.
Eles ofereceram sacrifícios aos baalins
e queimaram incenso
para os ídolos esculpidos.
3 Mas fui eu quem ensinou
Efraim a andar,
tomando-o nos braços;
mas eles não perceberam
que fui eu quem os curou.
4 Eu os conduzi
com laços de bondade humana
e de amor;
fui para eles como os que levantavam
uma criança contra o seu rosto;
e me inclinei para alimentá-los.
(...)
7 O meu povo está decidido
a desviar-se de mim.
Embora sejam conclamados
a servir ao Altíssimo,
de modo algum o exaltam.
8 "Como poderia abandonar-te, Efraim?
Como poderia entregar-te, Israel?
Como poderia abandonar-te como a Admá?
Ou tratar-te como Seboim?
O meu coração está enternecido,
despertou-se toda a minha compaixão.
Ezequiel 36, 26-27
26 Dar-vos-ei um coração novo e introduzirei em vós um espírito novo; arrancarei do vosso peito o coração de pedra e, em troca, dar-vos-ei um coração de carne.
27 Dentro de vós porei o meu Espírito.
Evangelho de São Mateus, 20, 1- 8
1 «Com efeito, o Reino do Céu é semelhante a um proprietário que saiu ao romper da manhã, a fim de contratar trabalhadores para a sua vinha.
2 Ajustou com eles um denário por dia e enviou-os para a sua vinha.
3 Saiu depois pelas nove horas, viu outros na praça, que estavam sem trabalho,
4 e disse-lhes: ‘Ide também para a minha vinha e tereis o salário que for justo.’
5 E eles foram. Saiu de novo por volta do meio-dia e das três da tarde, e fez o mesmo.
6 Saindo pelas cinco da tarde, encontrou ainda outros que ali estavam e disse-lhes: ‘Porque ficais aqui todo o dia sem trabalhar?’
7 Responderam-lhe: ‘É que ninguém nos contratou.’ Ele disse-lhes: ‘Ide também para a minha vinha.’
8 Ao entardecer, o dono da vinha disse ao capataz: ‘Chama os trabalhadores e paga-lhes o salário, começando pelos últimos até aos primeiros.
1 «Com efeito, o Reino do Céu é semelhante a um proprietário que saiu ao romper da manhã, a fim de contratar trabalhadores para a sua vinha.
2 Ajustou com eles um denário por dia e enviou-os para a sua vinha.
3 Saiu depois pelas nove horas, viu outros na praça, que estavam sem trabalho,
4 e disse-lhes: ‘Ide também para a minha vinha e tereis o salário que for justo.’
5 E eles foram. Saiu de novo por volta do meio-dia e das três da tarde, e fez o mesmo.
6 Saindo pelas cinco da tarde, encontrou ainda outros que ali estavam e disse-lhes: ‘Porque ficais aqui todo o dia sem trabalhar?’
7 Responderam-lhe: ‘É que ninguém nos contratou.’ Ele disse-lhes: ‘Ide também para a minha vinha.’
8 Ao entardecer, o dono da vinha disse ao capataz: ‘Chama os trabalhadores e paga-lhes o salário, começando pelos últimos até aos primeiros.
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